
Assim como em 2014, a Paraíba pode viver novamente uma virada — agora com Lucas Ribeiro despontando como o nome que une juventude, credibilidade e o legado de João Azevêdo
A história política da Paraíba mostra que eleição se vence com credibilidade, trabalho e coerência — não apenas com números de pesquisa. Em 2014, o então senador Cássio Cunha Lima (PSDB) era apontado como o grande favorito para voltar ao comando do Estado. Todas as sondagens o colocavam à frente, e a vitória parecia certa. Mas o resultado das urnas mostrou outro caminho: o governador Ricardo Coutinho (PSB) conquistou a reeleição, virando o jogo na reta final e consolidando uma das maiores surpresas da política paraibana recente.
Doze anos depois, o cenário de 2026 desperta lembranças daquele pleito. O vice-governador Lucas Ribeiro (PSB) aparece em segundo lugar nas pesquisas, mas com um potencial de crescimento que pode, mais uma vez, surpreender os analistas. Jovem, preparado e com uma trajetória construída ao lado do governador João Azevêdo, Lucas tem se consolidado como a principal expressão de renovação política no Estado — e como herdeiro natural de um projeto que transformou a Paraíba em um exemplo de gestão equilibrada, moderna e eficiente.
Enquanto alguns veem na juventude de Lucas um desafio, muitos enxergam justamente aí sua maior força. O vice-governador representa uma geração conectada com o futuro, capaz de dialogar com diferentes setores da sociedade e compreender as novas demandas sociais e tecnológicas do Estado. Sua atuação firme e leal na vice-governadoria reforça a imagem de um líder que combina respeito à experiência com energia para inovar.
O apoio e a confiança do governador João Azevêdo também são fatores decisivos nessa caminhada. João tem imprimido um estilo de gestão pautado em resultados e diálogo, consolidando um legado que hoje dá base e legitimidade à candidatura de Lucas. O projeto que ambos representam é visto por muitos como a continuidade de um ciclo de avanços, mas com novos ares e novas ideias — um equilíbrio raro na política contemporânea.
Assim como em 2014, o favoritismo medido pelas pesquisas pode novamente não resistir à força de um projeto bem construído, sustentado pela credibilidade e pelo compromisso com o futuro da Paraíba. Se Cássio perdeu para Ricardo num cenário de virada histórica, 2026 pode ser o ano em que Lucas Ribeiro, ao lado de João Azevêdo, reescreva mais um capítulo surpreendente da política paraibana — mostrando que, na Paraíba, quem vence não é quem aparece na frente, mas quem representa o que o povo acredita.
Blog do Alexandre Kennedy