
O que está acontecendo dentro da estrutura da Prefeitura de João Pessoa?
Fontes apontam que Tereza Cristina Barbosa de Albuquerque — cujo nome já esteve ligado a investigações conduzidas pelo GAECO na chamada Operação Território Livre — estaria circulando com frequência nas dependências do Centro Administrativo Municipal.
Relatos descrevem um espaço de acesso restrito, nas imediações da Secretaria de Educação, próximo a carregadores elétricos e a um galpão com arquivos físicos, onde poucas pessoas teriam autorização de entrada.
Mais grave: informações indicam que a assessora Lara, ligada ao núcleo da primeira-dama Lauremília Lucena, atuaria como intermediária administrativa, fazendo a ponte entre gabinetes e setores estratégicos.
Perguntas que não querem calar:
Qual é o cargo formal de Tereza Cristina hoje?
Ela possui vínculo ativo com a Prefeitura?
Quem autorizou sua presença nas dependências administrativas?
Que tipo de tratativa ocorre nesse espaço restrito?
Qual o papel institucional de Lara dentro dessa engrenagem?
Se tudo é regular, que a Prefeitura torne público:
- Portarias
- Nomeações
- Funções oficiais
- Registros de acesso
- Contratos assinados
A população de João Pessoa não pode aceitar estruturas paralelas dentro da administração pública.
Se há legalidade, que ela seja provada.
Se há irregularidade, que os órgãos de controle atuem.
É papel do Ministério Público, do Tribunal de Contas e das autoridades competentes esclarecer os fatos.
A cidade exige transparência.
E transparência não combina com salas fechadas.
Alexandre Kennedy – Pauta das 20 – Café com Política