Política

Dércio Alcântara: um personagem decadente tentando sobreviver à sombra do poder de um futuro Ex Senador cabeludo

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Por Alexandre Kennedy – Pauta das 20

O texto publicado pelo blogueiro Dércio Alcântara não é crítica política — é o desabafo de um personagem menor que nunca teve relevância e tenta sobreviver atacando quem construiu espaço real na vida pública. Dércio é o tipo clássico de figura que circula nos bastidores com crachá emprestado, mofado, tentando parecer importante onde nunca foi.

Conheci Dércio em Sapé, ele posava de analista político. Naquela época, já dava uma de comentarista e tentava ser formador de opinião, um radialista fracassado. Era presença constante na cozinha de um ex-prefeito, oferecendo serviços políticos em troca de favores futuros. Não construía projetos, não mobilizava pessoas — apenas tentava se manter próximo do poder para ver o que sobrava.

Nem ali conseguiu dar certo. A estratégia foi tão equivocada que nem o grupo político da casa conseguiu sustentar seus próprios projetos eleitorais. Ficou apenas a imagem de alguém que vive de se oferecer ao poder, sem jamais conseguir ser protagonista de nada.

Hoje, Dércio tenta parecer relevante circulando nos corredores de Brasília, muitas vezes sustentado por relações com o senador Veneziano Vital do Rêgo, como quem segura um crachá emprestado para justificar presença onde nunca teve peso político real. Fora desses corredores, é totalmente um desconhecido. Não tem audiência, não tem público e não tem influência.

Dércio é do tipo de gente que perdeu o prazo de validade política e agora tenta sobreviver pelo ataque. Seu discurso fede a ressentimento e fracasso acumulado. Não é análise — é inveja mal disfarçada.

O alvo da vez é Tibério Limeira, justamente porque Tibério representa aquilo que Dércio jamais conseguiu ser: alguém com trajetória construída nas ruas.

Enquanto Dércio escreve textos raivosos para meia dúzia de leitores, e sem curtidas, Tibério construiu uma caminhada real. Foi vereador, formou base política e hoje ocupa posição estratégica no governo João Azevêdo, onde atua como secretário de Administração organizando a máquina pública, modernizando processos e garantindo eficiência administrativa.

Tibério passou por áreas estratégicas do governo e conhece a realidade do Estado. Não nasceu em gabinete e não foi fabricado em corredores de Brasília. Sua força vem do contato direto com as pessoas. É isso que o faz ser grande, não o cargo, mas o trato.

A diferença é simples e brutal: Tibério tem povo. Dércio não tem ninguém.

A inveja aparece de forma evidente. Enquanto Tibério reúne multidões espontaneamente em encontros populares no centro histórico de João Pessoa, Dércio não consegue reunir sequer uma mesa em um café da cidade. Se entrar em um restaurante na capital ou no interior, será confundido com qualquer personagem anônimo que vive rondando os bastidores da política sem nunca ter sido chamado para o palco. Ou no máximo com Cavil (Battlestar Galactica): Um Cylon que, sob aparência humana, age com extrema crueldade, sabotagem e corrupção moral até com os da sua própria espécie.

E é justamente por não ter história que Dércio tenta inventar versões.

Ele fala em pedigree político como se política fosse herança de família. Curiosamente, ignora que muitos dos políticos que admira só chegaram onde chegaram (no Senado ), pela força do governo. Sem estrutura de poder, muitos seriam apenas ex-ocupantes de cargo esquecidos pela história, um Ex Deputado, ou um ex Prefeito que não elegeu sequer sua esposa, enquanto o grupo de Tibério, fez Jailma Carvalho, a Vereadora mais votada da história da redemocratização em João Pessoa.

Os ataques de Dércio têm endereço certo. Ele escreve para agradar interesses políticos ligados ao senador Veneziano e ao prefeito Cícero Lucena (O que deu de presente a esposa, uma jóia: uma tornozeleira eletrônica, com emblema da PF, tentando atingir quem cresce dentro do projeto estadual.

Mas falta a Dércio o essencial: moral para atacar.

Quem viveu de favores políticos não pode posar de fiscal da vida pública. Quem passou a vida oferecendo serviços em troca de espaço não pode se apresentar como referência ética. Quem nunca foi escolhido pelo povo não pode tentar desqualificar quem construiu voto e confiança.

Dércio não é analista político. Nunca foi. É doente, invejoso e bajulador.

É apenas um personagem decadente tentando sobreviver à sombra do poder — atacando quem trabalha porque nunca conseguiu fazer o mesmo.

E a política costuma ser implacável com figuras assim: passam sem deixar saudade.

Alexandre Kennedy
Blog Pauta das 20

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